Entendendo o procedimento
A mastopexia em L eleva e remodela mamas caídas com uma cicatriz em formato de L: ao redor da aréola, uma linha vertical até o sulco e uma pequena extensão só para o lado de fora da mama, sem a parte interna do T invertido.
A mastopexia em L eleva e remodela mamas caídas com uma cicatriz em formato de L: ao redor da aréola, uma linha vertical até o sulco e uma pequena extensão só para o lado de fora da mama, sem a parte interna do T invertido.
Sem o braço interno da cicatriz em T, a região central do colo fica livre de marcas, o que dá mais liberdade para usar decotes, biquínis e roupas abertas.
A marcação é feita com o Molde L Science, ferramenta que desenvolvi e patenteei para planejar a cirurgia com precisão e buscar simetria entre as mamas.
A mastopexia em L trata o mesmo problema da mastopexia tradicional, que é a flacidez e a queda das mamas, mas muda o desenho da cicatriz. Em vez de fechar a pele em formato de âncora (T invertido), eu levo toda a pele excedente para o lado de fora da mama. Assim, a cicatriz horizontal fica curta e voltada para a lateral, escondida pelo sutiã ou biquíni, e o centro do decote fica livre.
O ponto mais delicado dessa técnica é a marcação. Se o desenho não for exato, a pele pode sobrar ou faltar, e o resultado perde simetria. Foi por isso que desenvolvi o Método L Science e o Molde L Science, uma ferramenta de marcação pré-operatória que une medicina, matemática e engenharia para tornar o planejamento mais preciso e reprodutível.
A técnica pode ser feita com ou sem prótese de silicone e também pode ser aplicada na mamoplastia redutora e após o explante. Em alguns casos, associo lipoenxertia para refinar o contorno.
A indicação do L, e não de outro tipo de cicatriz, é sempre definida na consulta, depois de avaliar o grau de flacidez, a qualidade da pele e o volume das mamas.
A técnica atende diferentes graus de flacidez, com ou sem prótese. Estes são os casos mais comuns no consultório:
Mamas que perderam sustentação e volume depois da gestação e da amamentação.
Excesso de pele depois de uma perda de peso significativa, inclusive pós-bariátrica.
Quando, além de elevar, a paciente quer recuperar ou aumentar o volume.
Na mamoplastia redutora, o L reduz a extensão da cicatriz em relação ao T invertido.
Depois da retirada da prótese, o L ajuda a reposicionar a mama e tratar a pele que sobrou.
Mulheres que priorizam não ter cicatriz na região central do colo.
Toda mastopexia deixa cicatriz, porque é preciso retirar a pele que sobrou. O que muda entre as técnicas é o desenho e onde essa cicatriz fica:
O L costuma ser a alternativa ao T nos casos com mais excesso de pele, em que a cicatriz vertical sozinha não seria suficiente. Com os cuidados corretos, a cicatriz amadurece e tende a ficar cada vez mais discreta ao longo dos meses.
Saiba mais sobre o Método L Science e sobre a mastopexia com prótese e a mastopexia sem prótese.
Planejamento com o Molde L Science, segurança hospitalar e acompanhamento próximo em todas as etapas.
Um processo completamente transparente e acolhedor, cuidadosamente planejado para oferecer a melhor experiência e os resultados mais excepcionais.
A cicatriz da mastopexia em L contorna a aréola, desce em linha vertical até o sulco da mama e termina com uma extensão curta voltada para a parte externa. Como o excesso de pele é levado para a lateral, o centro do colo fica sem a linha horizontal que existe no T invertido. Com os cuidados indicados, a cicatriz amadurece ao longo dos meses e tende a ficar mais discreta.
A diferença está no traço horizontal: no T invertido, a linha do sulco é longa e chega ao centro do decote, enquanto no L ela é curta e voltada apenas para a lateral. O L costuma ser uma alternativa ao T em mamas com mais excesso de pele. A escolha entre as duas depende do grau de flacidez, da qualidade da pele e do volume, avaliados na consulta.
Em geral, a técnica é indicada para mulheres com flacidez após gestação, amamentação ou grande emagrecimento, inclusive pós-bariátrica, e que querem poupar o centro do decote. Também pode ser usada na mamoplastia redutora e após o explante de silicone. A indicação é individual e só é definida na consulta, depois da avaliação da pele e do volume das mamas.
Sim, a mastopexia em L pode ser feita com ou sem prótese, conforme o volume que a paciente tem e o que ela deseja. Quando houve perda de volume, o implante ajuda a recuperar o preenchimento; quando o volume é suficiente, remodela-se o próprio tecido. Em alguns casos, a lipoenxertia é associada para refinar o contorno.
Em geral, o retorno às atividades leves acontece entre 7 e 10 dias, com sutiã cirúrgico desde o primeiro dia. Os exercícios costumam ser retomados aos poucos a partir de cerca de 30 dias, conforme orientação médica. O ritmo varia conforme o caso e é acompanhado em consultas de revisão, dentro de um seguimento de 12 meses.
Em Belo Horizonte, o Dr. Henrique Freitas (CRM-MG 50823) realiza a mastopexia com cicatriz em L na Clínica Avah, no bairro de Lourdes. Ele é o criador do método L Science, usado na marcação pré-operatória dessa técnica. A avaliação é feita em consulta, quando se define se o L é adequado para cada caso.
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